A cidade que Shakespeare eternizou
- Domundo Operadora
- 27 de fev.
- 2 min de leitura

Poucas cidades no mundo foram tão influenciadas por uma história que nunca aconteceu. Verona deve parte de sua fama à tragédia de Romeu e Julieta, escrita por Shakespeare no século XVI. O que o dramaturgo inglês não sabia é que, ao ambientar ali seu drama de amor proibido, ajudaria a transformar essa cidade em um dos destinos mais procurados da Itália.
Mas Verona já era encantadora muito antes do teatro inglês e continua sendo, como comprova a fila de turistas no pátio da “casa de Julieta”. Os detalhes importam: os afrescos sobreviventes nas fachadas antigas, as estátuas mitológicas sobre o Palazzo Maffei, as colunas romanas que sustentam a Piazza delle Erbe. E há ainda a Arena, tão bem preservada que até hoje recebe concertos e óperas, como nos tempos imperiais – só que agora sob luzes de LED.
É uma cidade de ângulos fotogênicos e camadas de história, que surpreende por sua elegância. Verona tem o porte de quem já viveu muitos séculos, mas ainda assim sabe contar uma boa história. Mesmo que seja inventada.
Quando o teatro virou cidade
Romeu e Julieta nunca existiram, mas o casal tem endereço fixo em Verona. A “Casa de Julieta” recebe milhares de visitantes por ano – uma criação turística baseada em uma família real, os Capello, cujo sobrenome inspirou os Capuleto.
Em 2008, a cidade deu um passo além na ficção: criou o “Clube de Julieta”, uma equipe de voluntários que responde cartas enviadas de todos os cantos do mundo pedindo conselhos amorosos. Esse projeto inspirou o filme Cartas para Julieta, com Amanda Seyfried, e ainda está em funcionamento.

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