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Caminhar por Corfu é atravessar séculos

Uma fotografia vibrante da praia de Paleokastritsa em Corfu, capturada de um ponto de vista elevado e emoldurada por vegetação exuberante. A baía apresenta águas cristalinas com um degradê que vai do turquesa pálido junto à areia ao azul-cobalto profundo em direção ao mar aberto. A pequena praia de areia clara está repleta de guarda-sóis e banhistas, com um cais de madeira estendendo-se sobre a água. Em primeiro plano, destacam-se um cipreste alto à esquerda e uma palmeira à direita, cercados por oliveiras e arbustos verdes. Ao fundo, encostas rochosas cobertas de árvores e edifícios brancos contornam a costa sob um céu azul ensolarado com nuvens brancas esparsas.

No mapa, Corfu é uma ilha grega. Mas quem caminha por suas ruas percebe que há algo mais ali.


Localizada no mar Jônico, a poucos quilômetros da costa da Albânia e de frente para o sul da Itália, Corfu é um ponto fora da curva na Grécia. Longe das casas caiadas e das multidões de Santorini, aqui os traços bizantinos se misturam à herança veneziana, francesa e britânica com uma naturalidade que parece ter sempre existido.


Marcas da História

Entre os séculos XIV e XVIII, Corfu foi um bastião da Sereníssima República de Veneza no Mediterrâneo oriental. Foram os venezianos que construíram as muralhas que ainda cercam a Cidade Antiga, que ergueram as fortalezas gêmeas e definiram o traçado urbano feito de ruelas estreitas, pátios internos e escadarias. Se a alma de Corfu tivesse um sotaque, ele seria italiano.


Mais tarde, no século XIX, vieram os franceses com seu apreço pelos bulevares e jardins públicos, e os britânicos, que deixaram como herança desde o críquete jogado na Esplanada até o Palácio de São Miguel e São Jorge – hoje, um museu de arte asiática.


Um patrimônio vivo

Não à toa, o centro histórico de Corfu é tombado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Mas não se trata de um museu a céu aberto: a cidade vibra.


Corfu na literatura

Nos jardins hoje chamados de Durrell, o nome homenageia os irmãos Lawrence e Gerald, escritores britânicos que viveram em Corfu antes da Segunda Guerra e que deixaram retratos apaixonados da ilha em livros como A Trilogia de Corfu.


Sabores da ilha

A gastronomia de Corfu carrega influências ítalo-balcânicas, com ingredientes típicos da Grécia, mas combinações e nomes que denunciam sua história.


Pastitsada: o prato mais emblemático da ilha, com carne cozida lentamente em molho de tomate e especiarias, servido com massa longa. Uma herança dos tempos venezianos.


Sofrito: fatias finas de vitela ao vinho branco, alho e salsa – simples e saboroso.


Kumquat: essa frutinha cítrica, originária da China, virou símbolo da ilha. Os britânicos a introduziram no século XIX e, hoje, aparece em licores, doces e compotas.


3 curiosidades que explicam Corfu

Críquete na Grécia?

Sim! É em Corfu que o críquete sobrevive como esporte local, vestígio dos tempos de domínio britânico.


Sinos e igrejas

Corfu tem mais de 35 igrejas na cidade histórica. A mais famosa é a de São Espiridião, padroeiro da ilha, cuja tumba atrai fiéis ortodoxos de todo o mundo.


Resistência

A única ilha grega que nunca foi dominada pelos otomanos. Protegida por fortalezas e pelo mar, Corfu escapou do domínio turco – o que ajudou a preservar muitas tradições europeias.


Uma vibrante vista aérea oblíqua do centro histórico da cidade de Corfu, Grécia. A paisagem urbana é composta por uma densa malha de edifícios de vários andares em tons de ocre, amarelo e terracota, com telhados de telhas cerâmicas envelhecidas. No centro, destaca-se uma pequena praça de pedra com uma igreja de fachada laranja e um distintivo detalhe circular branco em forma de sol acima da porta. À direita, ergue-se uma torre sineira alta e estreita com uma cúpula vermelha cônica. Ao fundo, sob um céu azul claro, avista-se o topo de uma antiga fortaleza de pedra sobre uma colina. A iluminação solar intensa cria sombras profundas nas ruas estreitas, realçando a arquitetura de influência veneziana da cidade.

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