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O que a culinária polonesa revela sobre seu povo

Vista superior de uma taça de sopa Barszcz vermelha profunda, servida com pastéis Uszka brancos flutuando no caldo de beterraba. A sopa é decorada com ervas verdes frescas picadas. A taça branca repousa sobre um guardanapo de pano com padrão de xadrez cinzento e branco, ao lado de uma colher de metal vintage gravada. Num pequeno recipiente à parte, encontra-se uma porção de natas azedas (sour cream) também salpicada com ervas. O conjunto está disposto sobre uma mesa de superfície rústica cinzenta.

A Polônia pode ser visitada com os olhos, os pés e o coração. Mas é à mesa que ela revela, com mais generosidade, sua alma.


De norte a sul, entre ruas arborizadas e praças medievais, os aromas vindos das cozinhas convidam a uma experiência que vai além do sabor.


O pierogi é, talvez, o mais famoso dos ‘embaixadores’ da culinária local. Cozido ou grelhado, esse pastel de massa macia aparece com diversos recheios – batata com queijo branco, carne moída, cogumelos, repolho, frutas vermelhas... Servido com cebola na manteiga ou creme de leite fresco, ele está presente em bares, mercados e restaurantes, em versões simples ou sofisticadas.


Outra presença constante é o barszcz, sopa de beterraba com coloração intensa, aromatizada com alho e endro (erva aromática usada tradicionalmente no Oriente e no Leste Europeu). Pode vir acompanhada de bolinhos (uszka), ser servida quente nos dias mais frios ou gelada no verão. E, apesar de suas raízes antigas, segue viva no cotidiano dos poloneses.


Nas feiras e casas de comida típica, o bigos – um cozido de repolho azedo com carnes defumadas – reforça a fama dos pratos robustos. Assim como os embutidos artesanais, os pães escuros e densos, as conservas, os cogumelos da floresta, o arenque em conserva e os pratos de batata sob mil formas.


Mesmo nos cafés ou padarias, o cenário é de fartura. Doces com sementes de papoula, tortas de maçã com canela e bolos de requeijão – o clássico sernik – aparecem nas vitrines como convites irrecusáveis.


A receita que sobreviveu à guerra

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias polonesas recorreram ao que havia de mais básico para se alimentar – e alguns desses pratos resistiram ao tempo. Um exemplo é o zupa nic: leite quente com ovos batidos, às vezes engrossado com farinha ou finalizado com uma pitada de açúcar.


Hoje, aparece em menus de bistrôs contemporâneos, como símbolo de uma memória afetiva coletiva – e de uma culinária que nunca se desconecta da sua história.


Vista superior de um prato de cerâmica cinzento com cinco pierogi (pastéis polacos) recheados com mirtilos. Os pastéis têm uma massa branca e macia, levemente manchada de roxo pelo sumo da fruta, e estão cobertos com uma generosa camada de natas doces ou iogurte branco. O prato é decorado com mirtilos frescos inteiros e um ramo de hortelã verde vibrante. Ao lado, sobre uma mesa de madeira rústica clara, vê-se um garfo de metal com cabo dourado e um pano de cozinha cinzento ao fundo.

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