Bruges: o acidente que salvou uma cidade medieval
- Domundo Operadora
- 6 de jan.
- 1 min de leitura

Bruges parece ter desafiado o relógio. Enquanto outras cidades medievais sucumbiam ao progresso, esta joia belga preservou cada pedra, cada ponte, cada torre sineira como num conto de fadas. Seu segredo? Um acidente histórico: o assoreamento do rio Zwin no século XV, que a isolou do mundo e, paradoxalmente, a salvou do tempo.
Uma aula de história a céu aberto
Na Grote Markt, coração da cidade, o Bastião de Defesa de Belfort ergue seus 83 metros desde 1240. Subir seus 366 degraus é fazer uma viagem no tempo - lá de cima, avista-se um mar de telhados de ardósia e canais que serpenteiam entre casas do século XIV.
A poucos passos, a Basílica do Sangue Sagrado guarda um frasco que, segundo a lenda, contém gotas do sangue de Cristo trazidas das Cruzadas. E na Igreja de Nossa Senhora, uma surpresa: a delicada Madona de Michelangelo, prova do poder que Bruges teve como capital comercial da Europa.
Sabores que atravessaram séculos e você pode experimentar:
Cervejas trapistas: Fabricadas por monges seguindo receitas medievais;
Chocolates: Herança do colonialismo belga, transformada em arte;
Waffles: Crocantes por fora, macios por dentro, vendidos nas mesmas praças há 300 anos.


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