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Macau e Hong Kong: um pedaço do ocidente na Ásia


Em Macau e Hong Kong, Oriente e Ocidente não apenas se encontraram - colidiram, resistiram, negociaram e, finalmente, se fundiram de maneiras impossíveis de replicar.

Quatro séculos de fusão criaram cidades únicas, onde o português se mistura com o cantonês e arranha-céus futuristas se espremem entre pagodes ancestrais.


Macau: colônia portuguesa


Em 1557, comerciantes portugueses obtiveram permissão para estabelecer um entreposto comercial numa península quase deserta no sul da China. Acharam que estavam apenas criando mais um porto colonial. Não imaginavam que estavam plantando a semente de uma fusão cultural única.


Por 442 anos – a mais longa ocupação colonial europeia na Ásia – Macau foi portuguesa. Tempo suficiente para a língua de Camões se misturar com o cantonês, para azulejos ornamentarem templos budistas, para calçadas de pedra portuguesa serpentearem entre pagodes chineses.


Hoje, caminhar pelo centro histórico de Macau – Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – é se deparar com as Ruínas de São Paulo, com sua fachada barroca solitária, e com o Templo de A-Má, anterior à chegada portuguesa, que continua recebendo fiéis taoístas, budistas e confucionistas.


E então você vira a esquina e se depara com o Venetian, réplica gigantesca de Veneza com canais e gôndolas, um dos maiores cassinos do planeta. Porque Macau moderna superou Las Vegas como capital mundial do jogo, gerando mais receita que qualquer outro lugar do mundo.


Hong Kong e a ligação com a Grã-Bretanha


Se Macau é uma lenta mistura de culturas, Hong Kong foi uma fusão mais intensa. Quando a Grã-Bretanha tomou a ilha após a Guerra do Ópio em 1842, Hong Kong era pouco mais que rochas habitadas por pescadores.


156 anos depois, ao devolver Hong Kong à China em 1997, os britânicos deixavam para trás uma das metrópoles mais dinâmicas do planeta. Do Pico Victoria, a vista sobre Hong Kong revela uma floresta vertical de arranha-céus que parece desafiar as leis da física. À noite, a Sinfonia das Luzes transforma o skyline numa obra de arte, com edifícios dançando em sincronia luminosa.


A ponte que une dois mundos


Conectando Hong Kong a Macau, a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau é um dos símbolos desta região. Com 55 quilômetros (incluindo um túnel subaquático), é a maior ponte marítima do mundo, construída para resistir a tufões, terremotos e até impactos de navios.


De um lado, a antiga colônia portuguesa com suas igrejas barrocas e cassinos espalhafatosos. Do outro, a ex-colônia britânica com sua skyline impossível e energia frenética. E ao fundo, sempre presente, a China continental, lembrando que ambas são hoje Regiões Administrativas Especiais de um dos países mais importantes do século XXI.



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