O arquipélago que parece flutuar no Mediterrâneo
- Domundo Operadora
- há 1 dia
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Na ponta nordeste da Sardenha, existe um pedaço de terra que mais parece pintura. São as ilhas do Arquipélago de La Maddalena: uma coleção de cerca de 60 ilhotas espalhadas por águas que, quem vê de perto, jura ter mais de trinta tons de azul.
Não é exagero. O mar aqui tem mesmo um brilho diferente. E não à toa, o arquipélago foi declarado parque nacional em 1994, tamanha a importância ecológica e a beleza cênica da região.
As Sete Irmãs
Apesar do número elevado de ilhas, sete delas se destacam – e ganharam até apelido: são as “Sete Irmãs” do arquipélago. La Maddalena é a maior e mais habitada, com um centrinho charmoso e clima de cidade portuária. Caprera, ligada à ilha principal por uma ponte, mistura trilhas e enseadas desertas. Spargi, Budelli, Santa Maria, Razzoli e Santo Stefano completam o conjunto.
Cada ilha tem sua própria personalidade. Budelli, por exemplo, ficou famosa por sua Spiaggia Rosa – uma praia de areia rosada cuja visitação foi restringida para preservar o ecossistema. Já Caprera guarda a casa-museu de Giuseppe Garibaldi, um dos nomes mais importantes da unificação italiana, que viveu ali seus últimos anos.
Navegar é preciso
Durante o tour, embarcamos em um passeio de barco para conhecer algumas dessas ilhas de perto. Saindo do porto, a travessia revela paisagens que vão mudando conforme o movimento do sol – ora turquesa, ora esmeralda, ora cintilante.
A sensação é de ter descoberto um segredo guardado a muitas águas de distância. E talvez seja mesmo isso que La Maddalena entrega: a beleza de um Mediterrâneo que insiste em parecer intocado.

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